segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

como sobreviver a rodas de samba e afins:
1 - insista em viver...
2 - selecione a opção de sorrir o tempo todo...
3 - sorria de tudo: das desiluções do amor;
das noites de solidão;
da prancha que você fez, e que de degosto ela empenou...
do amor que o tempo curou
4 - se deixe levar pelas madrugadas...
5 - pense que você é a mais linda mulher: a mais bem amada...
a mais colorida de todas...
que seu amor supera toda a insensatez...
6 - insista em viver... mesmo que seja dificil... mesmo que tenha recaidas...
sempre...
aquilo que passou ... já era... mas mesmo sim
existe o vestígio

o vestígio do que fui e o que nunca mais será
de tudo que ficou no vazio e no todo nosso de cada dia

é muito mais...

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

repetição

que crise é essa? mais uma tatuagem.
Mais um pedaço de Lima Barreto na minha vida... ah...! agora dispenso a clarice lispector e o vinicius de morais táh?! meu mote é o Lima... a chuva... a espera pelo sol e mais uma cerveja...aquele amor que tinha antes virou novela das oito, próximo e que chegou ao fim...

Um dia desses me apareceu uma musa, que logo se perdeu na madrugada ( que saudade). Também me apareceu uma confusão...meu coração palpitando... um trago de uma coisa forte e galopante, mais uma dose que me fez ver dragões, o peito explodir, uma tentação... um dia amanhecer aceso.

Perdi meus olhos abertos, os encontrei adormecidos e entorpecidos. Penei. Bebi. Chorei. Sorri. Perdi. E estou assim...
Espera aÍ: quero me levar pro infinito das coisas vivas...

insistir

Estava lendo o "Livro das ignorãcas" do Manuel de Barros, quanta delicadeza...

" Em poesia que é voz de poeta, que é a voz de fazer
nascimentos_
O verbo tem que pegar delírio."

Penso:
quanta delicadeza me faz falta...
não quero ser importante... quero ser amada...

"a insensatez que voce fez... coração..."

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009



"o meu fim evidente era atar as duas pontas da vida, e restaurar na velhice a adolescêencia. Pois, senhor, não consegui recompor o que foi nem o que fui. Em tudo, se o rosto é igual, a fisionomia é diferente. Se só me faltassem os outros, vá; um homem consaola-se mais ou menos das pessoas que perde; mais falto eu mesmo, e esta lacuna é tudo..."machado de assis



trabalho de intervenção

2007 - betim