só os pretinhos...
domingo, 21 de dezembro de 2008
PARA TIAGUETES
você
cansei de falar de você... aliás falar e fazer de você tudo de mim...
vou falar e lembra de Lima Barreto... cansei.
vou falar e lembra de Lima Barreto... cansei.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
hoje o sol saiu por algumas horas... estou a tomar um floral tentando beijar flores artificiais que viraram essências mortas no álcool, alías no brandy...
assim como lavei roupas e ouvia nana caymi fiz questão de não lamentar sua ausência... ontém fui assistir a um concerto de música clássica... me embrenhei nas notas e nos instrumentos que
sabia que existiam só na imaginação e nos sons, nunca na minha visão.
Meu coração tremeu e atormentou-se, mas apenas por alguns segundos, quando o telefone tocou e vi seu número... desespero silencioso.
Sai... a chuva cai... minha flor apareceu e falou comigo... fiquei feliz e perdida... chuva...chuva...chuva
assim como lavei roupas e ouvia nana caymi fiz questão de não lamentar sua ausência... ontém fui assistir a um concerto de música clássica... me embrenhei nas notas e nos instrumentos que
sabia que existiam só na imaginação e nos sons, nunca na minha visão.
Meu coração tremeu e atormentou-se, mas apenas por alguns segundos, quando o telefone tocou e vi seu número... desespero silencioso.
Sai... a chuva cai... minha flor apareceu e falou comigo... fiquei feliz e perdida... chuva...chuva...chuva
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
crise?amor?
que crise é essa? mais uma tatuagem. Mais um pedaço de Lima Barreto na minha vida... ah...! agora dispenso a clarice lispector e o vinicius de morais táh?! meu mote é o Lima... a chuva... a espera pelo sol e mais uma cerveja...aquele amor que tinha antes virou novela das oito, próximo e que chegou ao fim...
Um dia desses me apareceu uma musa, que logo se perdeu na madrugada ( que saudade). Também me apareceu uma confusão...meu coração palpitando... um trago de uma coisa forte e galopante, mais uma dose que me fez ver dragões, o peito explodir, uma tentação... um dia amanhecer aceso.
Perdi meus olhos abertos, os encontrei adormecidos e entorpecidos.
Penei. Bebi. Chorei. Sorri. Perdi. E estou assim: jogada pra quem quiser me levar.
Espera aÍ: me levar pro infinito das coisas vivas... Táh?!
Valériacristinas
Um dia desses me apareceu uma musa, que logo se perdeu na madrugada ( que saudade). Também me apareceu uma confusão...meu coração palpitando... um trago de uma coisa forte e galopante, mais uma dose que me fez ver dragões, o peito explodir, uma tentação... um dia amanhecer aceso.
Perdi meus olhos abertos, os encontrei adormecidos e entorpecidos.
Penei. Bebi. Chorei. Sorri. Perdi. E estou assim: jogada pra quem quiser me levar.
Espera aÍ: me levar pro infinito das coisas vivas... Táh?!
Valériacristinas
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
uma classica constipação em tempos de outono
Com o frio a bater à porta quero responder-lhe com um sorriso, mas respondo com uma constipação.
Sem imposições quero rir só porque sim. Não ir a lado nenhum. Acordar e adorar segundas-feiras. Quero, sobretudo, que a minha cabeça continue redonda para os meus pensamentos mudarem de direcção.
Patrícia Santos
Sem imposições quero rir só porque sim. Não ir a lado nenhum. Acordar e adorar segundas-feiras. Quero, sobretudo, que a minha cabeça continue redonda para os meus pensamentos mudarem de direcção.
Patrícia Santos
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Aqui...
Aqui ... é mais um dia ... que dia? penso é mais uma noite... madrugada... tive pensando e lendo. aliás as madrugadas são uma constante na minha trajetória de vida...
madrugadas doídas...felizes...adormecidas...obcecadas...sexuais...só...entorpecidas...
Leio então Lima Barreto que fala da morte regrada a ópio de uma coquete lá nos idos anos 20, num Rio de Janeiro que deixou de existir e penso: quem vai escrever sobre os amores regrados a tanta desgraça e solidão, sorrisos e dedicação, alcool, drogas e sonhos...solidão e contenção...quem vai escrever sobre nós...
madrugadas doídas...felizes...adormecidas...obcecadas...sexuais...só...entorpecidas...
Leio então Lima Barreto que fala da morte regrada a ópio de uma coquete lá nos idos anos 20, num Rio de Janeiro que deixou de existir e penso: quem vai escrever sobre os amores regrados a tanta desgraça e solidão, sorrisos e dedicação, alcool, drogas e sonhos...solidão e contenção...quem vai escrever sobre nós...
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