hoje o sol saiu por algumas horas... estou a tomar um floral tentando beijar flores artificiais que viraram essências mortas no álcool, alías no brandy...
assim como lavei roupas e ouvia nana caymi fiz questão de não lamentar sua ausência... ontém fui assistir a um concerto de música clássica... me embrenhei nas notas e nos instrumentos que
sabia que existiam só na imaginação e nos sons, nunca na minha visão.
Meu coração tremeu e atormentou-se, mas apenas por alguns segundos, quando o telefone tocou e vi seu número... desespero silencioso.
Sai... a chuva cai... minha flor apareceu e falou comigo... fiquei feliz e perdida... chuva...chuva...chuva
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
crise?amor?
que crise é essa? mais uma tatuagem. Mais um pedaço de Lima Barreto na minha vida... ah...! agora dispenso a clarice lispector e o vinicius de morais táh?! meu mote é o Lima... a chuva... a espera pelo sol e mais uma cerveja...aquele amor que tinha antes virou novela das oito, próximo e que chegou ao fim...
Um dia desses me apareceu uma musa, que logo se perdeu na madrugada ( que saudade). Também me apareceu uma confusão...meu coração palpitando... um trago de uma coisa forte e galopante, mais uma dose que me fez ver dragões, o peito explodir, uma tentação... um dia amanhecer aceso.
Perdi meus olhos abertos, os encontrei adormecidos e entorpecidos.
Penei. Bebi. Chorei. Sorri. Perdi. E estou assim: jogada pra quem quiser me levar.
Espera aÍ: me levar pro infinito das coisas vivas... Táh?!
Valériacristinas
Um dia desses me apareceu uma musa, que logo se perdeu na madrugada ( que saudade). Também me apareceu uma confusão...meu coração palpitando... um trago de uma coisa forte e galopante, mais uma dose que me fez ver dragões, o peito explodir, uma tentação... um dia amanhecer aceso.
Perdi meus olhos abertos, os encontrei adormecidos e entorpecidos.
Penei. Bebi. Chorei. Sorri. Perdi. E estou assim: jogada pra quem quiser me levar.
Espera aÍ: me levar pro infinito das coisas vivas... Táh?!
Valériacristinas
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
uma classica constipação em tempos de outono
Com o frio a bater à porta quero responder-lhe com um sorriso, mas respondo com uma constipação.
Sem imposições quero rir só porque sim. Não ir a lado nenhum. Acordar e adorar segundas-feiras. Quero, sobretudo, que a minha cabeça continue redonda para os meus pensamentos mudarem de direcção.
Patrícia Santos
Sem imposições quero rir só porque sim. Não ir a lado nenhum. Acordar e adorar segundas-feiras. Quero, sobretudo, que a minha cabeça continue redonda para os meus pensamentos mudarem de direcção.
Patrícia Santos
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Aqui...
Aqui ... é mais um dia ... que dia? penso é mais uma noite... madrugada... tive pensando e lendo. aliás as madrugadas são uma constante na minha trajetória de vida...
madrugadas doídas...felizes...adormecidas...obcecadas...sexuais...só...entorpecidas...
Leio então Lima Barreto que fala da morte regrada a ópio de uma coquete lá nos idos anos 20, num Rio de Janeiro que deixou de existir e penso: quem vai escrever sobre os amores regrados a tanta desgraça e solidão, sorrisos e dedicação, alcool, drogas e sonhos...solidão e contenção...quem vai escrever sobre nós...
madrugadas doídas...felizes...adormecidas...obcecadas...sexuais...só...entorpecidas...
Leio então Lima Barreto que fala da morte regrada a ópio de uma coquete lá nos idos anos 20, num Rio de Janeiro que deixou de existir e penso: quem vai escrever sobre os amores regrados a tanta desgraça e solidão, sorrisos e dedicação, alcool, drogas e sonhos...solidão e contenção...quem vai escrever sobre nós...
domingo, 30 de novembro de 2008
Então mais um dia que passo em claro... claro! caminho em lágrimas durante a madrugada, parece que não vejo o fim... vi rostos e corpos à mostra e me senti mais uma entre outras ...nada me impacienta mais. Vivo um dia depois do outro. Não espero. Caminho. Choro. Me nego o tempo todo. Penso no fim. Vejo seus olhos. Me apaixono de novo em um breve instante e admitido que tenho mais um pequeno espaço de tempo. Quando acordo na minha pequena manhã ébria não sinto mais nada. Me desencorajo de novo. Espero. O curto espaço de tempo que tinha de me apaixonar de novo por um breve instante deixou de existir...lá atrás.
domingo, 23 de novembro de 2008
Falo na madrugada assim: queria ser escritora ao invés de beber tanto assim.passa a madrugada...levanta a manhã. queria ser só mais uma mulherzinha...fazer comida... beijar o marido, ir ao supermercado, catar as bostas do gato... sorrir... abrir o portão e o ver partir...voltar pra dentro da cozinha e chorar o sexo que não fiz... as bocas que deixei de beijar...a droga que deixei de usar...as mulheres que não amei...aí sento na cama esquecendo a manhã que levantou... abro a porta do quarto... vejo o nada que é minha casa...o gato que me olha desconfiado...a música...o silêncio ... me olho no espelho... vejo meus olhos que estão ressaquiados...sinto uma alegria vagabunda e prostituta de ser assim mesmo: não existe limite nenhum além de mim mesma... nada além...fecho a porta do banheiro deixando a madrugada pra trás.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
assim caminha o relogio das horas... oras...
Hoje o tempo já não exite embora exista a canalice...das horas.
E mais uma vez bafão...
E mais uma vez bafão...
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