Falo na madrugada assim: queria ser escritora ao invés de beber tanto assim.passa a madrugada...levanta a manhã. queria ser só mais uma mulherzinha...fazer comida... beijar o marido, ir ao supermercado, catar as bostas do gato... sorrir... abrir o portão e o ver partir...voltar pra dentro da cozinha e chorar o sexo que não fiz... as bocas que deixei de beijar...a droga que deixei de usar...as mulheres que não amei...aí sento na cama esquecendo a manhã que levantou... abro a porta do quarto... vejo o nada que é minha casa...o gato que me olha desconfiado...a música...o silêncio ... me olho no espelho... vejo meus olhos que estão ressaquiados...sinto uma alegria vagabunda e prostituta de ser assim mesmo: não existe limite nenhum além de mim mesma... nada além...fecho a porta do banheiro deixando a madrugada pra trás.
domingo, 23 de novembro de 2008
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
assim caminha o relogio das horas... oras...
Hoje o tempo já não exite embora exista a canalice...das horas.
E mais uma vez bafão...
E mais uma vez bafão...
domingo, 12 de outubro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
e quando na madrugada voce procura o cheiro do seu amor e nada... e uma ligação diz que tá perto e nada...
e voce tende a separar o que esperar e do que de fato significa o que é estar?
tudo nao faz sentido a não ser a ligação extrema recebida quando nada já não vale nada...
e voce está assim: jogada ao nada, esperando quem não vem nunca...
e isso basta: porque sua vida é essa: esperar quem nunca vêem... mesmo que seja... ninguem...
esperar e separar é quase sempre a mesma coisa...
É igual...a nada... é sempre igual...
e voce tende a separar o que esperar e do que de fato significa o que é estar?
tudo nao faz sentido a não ser a ligação extrema recebida quando nada já não vale nada...
e voce está assim: jogada ao nada, esperando quem não vem nunca...
e isso basta: porque sua vida é essa: esperar quem nunca vêem... mesmo que seja... ninguem...
esperar e separar é quase sempre a mesma coisa...
É igual...a nada... é sempre igual...
meu ódio sincero
Meu ódio incorporei diante do espelho...
mas o espelho era nada mais que a tv desligada e as luzes vagabundas da luminária.
vagabunda...
assim como
meu amor e meu corpo e minha alma...
sexta-feira... quinta ... choro e chôro...
e caminhei desalinhada e perdida numa epopéia. Ironia de Machado...
Era um dia que tornou-se noite... só isso...
uma madrugada truncada de saudade. De raiva.
De falta de nada que morre, ou de uma ilusão que não morreu e que nem nasceu... sem palavras sentidas mas de frases prontas e inacabadas...
mais uma cerveja que desce entalando o coração e remoçando o orgulho e
aí eu sei que mais uma vez vou subir o morro e te ver e me ver...
( mais uma vez com o lápis creon borrado... a alma inacabada...ressaca e:
não fui trabalhar!)
Menti mais uma vez pra te agradar: só isso...
mais uma semana: e um certo respeito!
mas o espelho era nada mais que a tv desligada e as luzes vagabundas da luminária.
vagabunda...
assim como
meu amor e meu corpo e minha alma...
sexta-feira... quinta ... choro e chôro...
e caminhei desalinhada e perdida numa epopéia. Ironia de Machado...
Era um dia que tornou-se noite... só isso...
uma madrugada truncada de saudade. De raiva.
De falta de nada que morre, ou de uma ilusão que não morreu e que nem nasceu... sem palavras sentidas mas de frases prontas e inacabadas...
mais uma cerveja que desce entalando o coração e remoçando o orgulho e
aí eu sei que mais uma vez vou subir o morro e te ver e me ver...
( mais uma vez com o lápis creon borrado... a alma inacabada...ressaca e:
não fui trabalhar!)
Menti mais uma vez pra te agradar: só isso...
mais uma semana: e um certo respeito!
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